- Locação de imóveisR$ 23 mil41,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 16 mil29,1%
- Materiais impressosR$ 11 mil21,1%
- Publicidade por adesivosR$ 7251,3%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil7,0%
Alcântaro Filho (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Espírito Santo em 2026, com 15.983 votos, pelo resultado oficial do TSE. Alcântaro Filho (Alcântaro Victor Lazzarini Campos) disputou 8 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2022; vereador de Aracruz em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por ES: 15.983 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por ES, declarou R$ 294 mil em receitas: R$ 289 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 23 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 188 mil em 2022 e R$ 193 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alcântaro Victor Lazzarini Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alcântaro Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2010, deputado estadual por Espírito Santo em 2014, 2018, 2022 e 2026, vereador em Aracruz (ES) em 2016, e prefeito em Aracruz (ES) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 294 mil em receitas: R$ 289 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 23 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil); R$ 54 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 188 mil em gastos; em 2020, R$ 193 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.