11 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PODE
72 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jones Cavaglieri disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Aracruz em 2016; vice-prefeito de Aracruz em 2008 e 2004; vereador de Aracruz em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Aracruz/ES: 29.323 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 721 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 219 mil de doações privadas (185 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 91 mil) e pessoal (R$ 54 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 192 mil em 2020 e R$ 194 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
1.741 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Jones Cavaglieri em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 721 mil em receitas · R$ 500 mil em gastos contratados
Jones Cavaglieri declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006 e 2022, deputado estadual por Espírito Santo em 2010, e prefeito em Aracruz (ES) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 721 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 219 mil de doações privadas (185 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 108 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 91 mil). Em 2020, R$ 192 mil em gastos; em 2016, R$ 194 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 721 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 500 milcontratados
Gastos em 2020R$ 192 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 8% · pessoas 2% · empresas 77% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 38 mil27,0%
Serviços de terceirosR$ 34 mil23,9%
Materiais impressosR$ 19 mil13,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil8,8%
Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 38 mil26,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.