Silvinho Peccioli (Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Santana de Parnaíba em 2012, 2008, 2000 e 1996; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 133.033 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santana de Parnaíba/SP, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), publicidade por adesivos (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 126 mil em 2016 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,3 milhão em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
17.421 votos em 2016 · 8 eleições
A votação de Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 53 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados
Silvinho Peccioli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e prefeito em Santana de Parnaíba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e publicidade por adesivos (R$ 11 mil). Em 2016, 53% dos R$ 126 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 1,3 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 36 milcontratados
Gastos em 2016R$ 126 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 8% · pessoas 20% · empresas 72%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 224 mil18,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 209 mil17,4%
Serviços de terceirosR$ 161 mil13,4%
Encargos sociaisR$ 78 mil6,5%
Outras 18 categoriasR$ 526 mil43,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020—LSantana de Parnaíba, São Paulo · 62 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PSD · nº 55 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 2016NÃO ELEITO17.421LSantana de Parnaíba, São Paulo · 58 anos · Branca · Superior completo · Advogado · DEM · nº 25 · ver resultado completo
Coligação: DEM / PDT / PTB / PMDB / PPS / PSB / PC do B / PV
Prefeito · 20047.478LCajamar, São Paulo · 46 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25 · resultado constava como renúncia/falecimento com substituição nos dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO9.836LSantana de Parnaíba, São Paulo · 38 anos · Dado Inexistente · PFL · nº 25 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.