Pedro Mori

Foto de Pedro Tomishigue Mori
Pedro Mori
Pedro Tomishigue Mori (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PSB
63 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Mori (Pedro Tomishigue Mori) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vereador, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Santana de Parnaíba em 2008; vereador de Santana de Parnaíba em 2004 e 1996; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 31.943 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 98 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2020 e R$ 209 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

4.202 votos em 2022 (anulados) · 9 eleições

A votação de Pedro Tomishigue Mori em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 125 mil em receitas · R$ 116 mil em gastos

Pedro Mori declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2014, vereador em Santana de Parnaíba (SP) em 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 98 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2020, R$ 21 mil em gastos; em 2014, R$ 209 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 125 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 116 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 78% · partido e outras campanhas 17% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 116 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 85 mil73,1%
  • Materiais impressosR$ 21 mil18,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil4,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil2,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil2,3%
2020Vereador, Santana de Parnaíba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
doações de pessoas
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 7 mil33,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil31,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil23,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil11,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 209 mil
56 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 41% · empresas 10% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 209 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 59 mil28,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 33 mil15,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil14,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil13,9%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 821 lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil27,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1998, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892