Fábio Branco (Fábio de Oliveira Branco) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Rio Grande em 2020, 2008 e 2000; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Rio Grande/RS: 103.354 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Rio Grande/RS, declarou R$ 960 mil em receitas: R$ 920 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 40 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 959 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 502 mil), serviços de terceiros (R$ 206 mil) e publicidade por adesivos (R$ 70 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 504 mil em 2020 e R$ 388 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
33.437 votos em 2024 · 8 eleições
A votação de Fábio de Oliveira Branco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 960 mil em receitas · R$ 959 mil em gastos
Fábio Branco declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Rio Grande (RS) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 960 mil em receitas: R$ 920 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 40 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 959 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 502 mil) e serviços de terceiros (R$ 206 mil). Em 2020, R$ 504 mil em gastos; em 2018, R$ 388 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 960 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 959 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 504 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2018ELEITO41.468GRS · 47 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · MDB · nº 15550 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2014ELEITO57.135GRS · 43 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · PMDB · nº 15550 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2012NÃO ELEITO49.919LRio Grande, Rio Grande do Sul · 41 anos · Ensino fundamental completo · Prefeito · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Prefeito · 2004—LRio Grande, Rio Grande do Sul · 33 anos · Ensino médio completo · Presidente da Republica, Ministro de Estado, Governador e Prefeito · PMDB · nº 15 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.