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Foto de Cláudio Castanheira Diaz

Claudio Diaz

Cláudio Castanheira Diaz (nome civil)
10 eleições entre 1998 e 2026 · último partido PSDB
73 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Veterinário
Candidato a Vice-Governador · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · PSDB · nº 45
Deferido
redes informadas ao TSE

Claudio Diaz (Cláudio Castanheira Diaz) disputou 9 eleições entre 1998 e 2024, para vice-prefeito, prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 77.561 votos. Em 2026, foi candidato a vice-governador por RS pelo PSDB. Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Grande/RS, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 881 mil em 2014 (50% com militância e mobilização de rua) e R$ 1 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

18.125 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Cláudio Castanheira Diaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 219 mil em receitas · R$ 218 mil em gastos contratados

Claudio Diaz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil). Em 2014, 50% dos R$ 881 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2010, R$ 1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 219 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 218 milcontratados
Gastos em 2014R$ 881 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 219 mil
24 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 17% · pessoas 24% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 218 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 103 mil47,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 39 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 24 mil10,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 23 mil10,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 30 mil13,9%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 887 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 11% · partido 51% · pessoas 5% · empresas 29% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 881 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 437 mil49,6%
  • Materiais impressosR$ 197 mil22,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 91 mil10,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 58 mil6,6%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 97 mil11,0%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 3% · empresas 58% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 331 mil32,5%
  • Serviços de terceirosR$ 284 mil27,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 148 mil14,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 36 mil3,5%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 47 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 220 mil21,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 29% · empresas 65% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 54 mil43,7%
  • Serviços de terceirosR$ 39 mil32,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil6,2%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil5,1%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 821 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil13,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

Perguntas frequentes sobre Claudio Diaz

Respostas curtas, com os números desta página.

Claudio Diaz já foi eleito?

Sim. Claudio Diaz foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2004 e 2000. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quantos votos Claudio Diaz teve na última eleição?

Em 2016, para prefeito em Rio Grande/RS, Claudio Diaz teve 18.125 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Claudio Diaz foi candidato em 2026?

Sim. Em 2026, foi candidato a vice-governador por RS pelo PSDB. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quais são as receitas e os gastos contratados de Claudio Diaz na campanha de 2016?

Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Grande/RS, Claudio Diaz declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quanto Claudio Diaz gastou em cada campanha eleitoral?

Claudio Diaz declarou ao TSE gastos de R$ 218 mil na campanha de 2016 a prefeito em Rio Grande/RS (gasto contratado declarado), R$ 881 mil na campanha de 2014 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado), R$ 1 milhão na campanha de 2010 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado) e R$ 123 mil na campanha de 2006 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.

Em quantas campanhas Claudio Diaz declarou receitas e gastos?

Claudio Diaz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2016.

Qual foi a maior votação de Claudio Diaz?

Segundo os dados do TSE, a maior votação de Claudio Diaz foi em 2010, para deputado federal por Rio Grande do Sul: 77.561 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›

Para quais cargos Claudio Diaz já foi candidato?

Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz disputou 9 eleições, de 1998 a 2024: deputado federal por Rio Grande do Sul em 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014; vereador em Rio Grande (RS) em 2000 e 2004; prefeito em Rio Grande (RS) em 2016; vice-prefeito em Rio Grande (RS) em 2024. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›

Por quais partidos Claudio Diaz já concorreu?

Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz concorreu pelo PSDB em 1998, 2000, 2002, 2004, 2006, 2010 e 2026 e pelo PP em 2014, 2016 e 2024. Ver as candidaturas ›

Qual foi a posição de Claudio Diaz no Rio Grande do Sul em 2014?

Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz foi o 46º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014, com 32.877 votos, 0,55% dos votos válidos do estado.

Em qual cidade Claudio Diaz teve mais votos em 2014?

Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Claudio Diaz para deputado federal foi no Rio Grande (RS): 16.055 votos.

Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.