- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 103 mil47,0%
- Publicidade por adesivosR$ 39 mil17,7%
- Materiais impressosR$ 24 mil10,9%
- Publicidade por carros de somR$ 23 mil10,5%
- Outras 10 categoriasR$ 30 mil13,9%
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Claudio Diaz (Cláudio Castanheira Diaz) disputou 9 eleições entre 1998 e 2024, para vice-prefeito, prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 77.561 votos. Em 2026, foi candidato a vice-governador por RS pelo PSDB. Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Grande/RS, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 881 mil em 2014 (50% com militância e mobilização de rua) e R$ 1 milhão em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cláudio Castanheira Diaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Claudio Diaz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil). Em 2014, 50% dos R$ 881 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2010, R$ 1 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Claudio Diaz foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Grande em 2004 e 2000. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2016, para prefeito em Rio Grande/RS, Claudio Diaz teve 18.125 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Em 2026, foi candidato a vice-governador por RS pelo PSDB. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Grande/RS, Claudio Diaz declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 218 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 103 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Claudio Diaz declarou ao TSE gastos de R$ 218 mil na campanha de 2016 a prefeito em Rio Grande/RS (gasto contratado declarado), R$ 881 mil na campanha de 2014 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado), R$ 1 milhão na campanha de 2010 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado) e R$ 123 mil na campanha de 2006 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Claudio Diaz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Rio Grande (RS) em 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Claudio Diaz foi em 2010, para deputado federal por Rio Grande do Sul: 77.561 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz disputou 9 eleições, de 1998 a 2024: deputado federal por Rio Grande do Sul em 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014; vereador em Rio Grande (RS) em 2000 e 2004; prefeito em Rio Grande (RS) em 2016; vice-prefeito em Rio Grande (RS) em 2024. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz concorreu pelo PSDB em 1998, 2000, 2002, 2004, 2006, 2010 e 2026 e pelo PP em 2014, 2016 e 2024. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Claudio Diaz foi o 46º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014, com 32.877 votos, 0,55% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Claudio Diaz para deputado federal foi no Rio Grande (RS): 16.055 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto