Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulinho Maciel (Paulo Francisco Maciel) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Caxambu/MG: 5.405 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Caxambu/MG, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (281 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 19 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
2.065 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Paulo Francisco Maciel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2008: R$ 64 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados
Paulinho Maciel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Caxambu (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (281 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 19 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil).
partido e outras campanhas 16% · pessoas 17% · empresas 5% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 19 mil29,3%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil15,7%
Publicidade por carros de somR$ 8 mil12,5%
Materiais impressosR$ 4 mil6,6%
Outras 8 categoriasinclui R$ 735 lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil35,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2012—LCaxambu, Minas Gerais · 59 anos · Lê e escreve · Empresário · PRB · nº 10000 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.