Luiz Carlos Pinto disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Caxambu em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Caxambu/MG: 4.334 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Caxambu/MG, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2012 (40% com produção de jingles, vinhetas e slogans) e R$ 27 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
357 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Luiz Carlos Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados
Luiz Carlos Pinto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Caxambu (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2012, 40% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com produção de jingles, vinhetas e slogans; em 2008, R$ 27 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil7,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,9%
Materiais impressosR$ 1 mil4,8%
Outras 12 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil65,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000NÃO ELEITO5.405LCaxambu, Minas Gerais · 48 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PTB / PSB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Perguntas frequentes sobre Luiz Carlos Pinto
Respostas curtas, com os números desta página.
Luiz Carlos Pinto já foi eleito?
Sim. Luiz Carlos Pinto foi eleito 1 vez: prefeito de Caxambu em 2008. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quantos votos Luiz Carlos Pinto teve na última eleição?
Em 2016, para prefeito em Caxambu/MG, Luiz Carlos Pinto teve 357 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quais são as receitas e os gastos contratados de Luiz Carlos Pinto na campanha de 2016?
Na campanha de 2016 para prefeito em Caxambu/MG, Luiz Carlos Pinto declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quanto Luiz Carlos Pinto gastou em cada campanha eleitoral?
Luiz Carlos Pinto declarou ao TSE gastos de R$ 16 mil na campanha de 2016 a prefeito em Caxambu/MG (gasto contratado declarado), R$ 12 mil na campanha de 2012 a prefeito em Caxambu/MG (gasto contratado declarado) e R$ 27 mil na campanha de 2008 a prefeito em Caxambu/MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Em quantas campanhas Luiz Carlos Pinto declarou receitas e gastos?
Luiz Carlos Pinto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Caxambu (MG) em 2008, 2012 e 2016.
Qual foi a maior votação de Luiz Carlos Pinto?
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Luiz Carlos Pinto foi em 2008, para prefeito em Caxambu (MG): 4.334 votos. Ver todas as eleições ›
Para quais cargos Luiz Carlos Pinto já foi candidato?
Segundo os dados do TSE, Luiz Carlos Pinto disputou 5 eleições, de 2000 a 2016: vice-prefeito em Caxambu (MG) em 2000 e 2004; prefeito em Caxambu (MG) em 2008, 2012 e 2016. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Por quais partidos Luiz Carlos Pinto já concorreu?
Segundo os dados do TSE, Luiz Carlos Pinto concorreu pelo PSDB em 2000 e 2004 e pelo PHS em 2008, 2012 e 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.