- Militância e mobilização de ruaR$ 254 mil50,1%
- Serviços de terceirosR$ 152 mil29,9%
- Materiais impressosR$ 34 mil6,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil4,8%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil1,0%
- Outras 11 categoriasR$ 37 mil7,4%
Jô Moraes (Maria do Socorro Jô Moraes) disputou 12 eleições entre 1994 e 2022, para deputada estadual, vereadora, vice-governadora, vice-prefeita, deputada federal, prefeita e senadora. Ela foi eleita 5 vezes: deputada federal em 2014, 2010 e 2006; deputada estadual em 2002; vereadora de Belo Horizonte em 2000. A maior votação foi em 1994, para senadora por MG: 610.911 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 50,1 milhões empenhados em 77 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 112 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputada estadual por MG, declarou R$ 575 mil em receitas: R$ 541 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 254 mil), serviços de terceiros (R$ 152 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 138 mil em 2020 (48% com serviços de terceiros) e R$ 897 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria do Socorro Jô Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jô Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, prefeita em Belo Horizonte (MG) em 2008, vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 575 mil em receitas: R$ 541 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 254 mil) e serviços de terceiros (R$ 152 mil). Em 2020, 48% dos R$ 138 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 897 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Jô Moraes teve R$ 50,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 77 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 112 municípios. Já foram pagos R$ 43,6 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Belo Horizonte, Betim e Contagem.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 12,1 milhões | R$ 11,7 milhões | 96% | 17 | 69 |
| 2018 | R$ 13,1 milhões | R$ 11,4 milhões | 87% | 20 | 35 |
| 2017 | R$ 11,7 milhões | R$ 8,7 milhões | 74% | 17 | 29 |
| 2016 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,1 milhões | 89% | 21 | 22 |
| Total | R$ 49,4 milhões | R$ 42,9 milhões | 87% | 75 | 112 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.