Maria do Socorro Jô Moraes

Foto de Maria do Socorro Jô Moraes
Maria do Socorro Jô Moraes
12 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PC do B
76 anos em 2022 · Feminino · Superior incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Jô Moraes (Maria do Socorro Jô Moraes) disputou 12 eleições entre 1994 e 2022, para deputada estadual, vereadora, vice-governadora, vice-prefeita, deputada federal, prefeita e senadora. Ela foi eleita 5 vezes: deputada federal em 2014, 2010 e 2006; deputada estadual em 2002; vereadora de Belo Horizonte em 2000. A maior votação foi em 1994, para senadora por MG: 610.911 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 50,1 milhões empenhados em 77 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 112 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputada estadual por MG, declarou R$ 575 mil em receitas: R$ 541 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 254 mil), serviços de terceiros (R$ 152 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 138 mil em 2020 (48% com serviços de terceiros) e R$ 897 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

18.796 votos em 2022 · 12 eleições

A votação de Maria do Socorro Jô Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 575 mil em receitas · R$ 507 mil em gastos

Jô Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, prefeita em Belo Horizonte (MG) em 2008, vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 575 mil em receitas: R$ 541 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 254 mil) e serviços de terceiros (R$ 152 mil). Em 2020, 48% dos R$ 138 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 897 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 575 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 507 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 138 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 575 mil
4 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 94% · Fundo Partidário 5% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 507 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 254 mil50,1%
  • Serviços de terceirosR$ 152 mil29,9%
  • Materiais impressosR$ 34 mil6,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil4,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil1,0%
  • Outras 11 categoriasR$ 37 mil7,4%
2020Vereadora, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
17 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 55% · Fundo Partidário 32% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 11%
Gasto contratado
R$ 138 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 67 mil48,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil25,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil7,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 22 mil16,3%
2014Deputada federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 897 mil
106 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 17% · empresas 59% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 897 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 248 mil27,6%
  • Materiais impressosR$ 168 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 45 mil5,0%
  • Locação de imóveisR$ 11 mil1,2%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil0,5%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 198 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 421 mil47,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputada federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 861 mil
69 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 34% · empresas 17% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 861 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 157 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 153 mil17,8%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil0,6%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 201 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 546 mil63,4%
2008Prefeita, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
167 doadores pessoas físicas
partido 57% · pessoas 21% · empresas 10% · próprios 9% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 524 mil32,4%
  • Materiais impressosR$ 337 mil20,8%
  • Locação de imóveisR$ 7 mil0,5%
  • Outras 17 categoriasR$ 751 mil46,4%
2006Deputada federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 261 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 7% · empresas 60% · próprios 17% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 255 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 61 mil23,8%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil3,7%
  • Locação de imóveisR$ 9000,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 850 lançados como "diversas a especificar"R$ 184 mil72,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 50,1 milhões empenhados · 87% pago · 77 emendas em 112 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Jô Moraes teve R$ 50,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 77 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 112 municípios. Já foram pagos R$ 43,6 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Belo Horizonte, Betim e Contagem.2

EmpenhadoR$ 50,1 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 43,6 milhões87% do empenhado, com restos a pagar
Emendas77individuais
Municípios112diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 12,1 milhõesR$ 11,7 milhões96%1769
2018R$ 13,1 milhõesR$ 11,4 milhões87%2035
2017R$ 11,7 milhõesR$ 8,7 milhões74%1729
2016R$ 12,5 milhõesR$ 11,1 milhões89%2122
TotalR$ 49,4 milhõesR$ 42,9 milhões87%75112

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 27,5 milhões54,8%
  2. 2EducaçãoR$ 5,4 milhões10,8%
  3. 3Desporto e LazerR$ 5,2 milhões10,3%

Municípios que mais receberam

  1. 1Belo HorizonteR$ 8 milhões16,0%
  2. 2BetimR$ 1,8 milhão3,6%
  3. 3ContagemR$ 1,6 milhão3,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

12 candidaturas · eleita em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885