Ideli Salvatti

Foto de Ideli Salvatti
Ideli Salvatti
6 eleições entre 1990 e 2018 · PT
66 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ideli Salvatti disputou 6 eleições entre 1990 e 2018, para senadora, governadora e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: senadora em 2002; deputada estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senadora por SC: 1.054.304 votos. Na campanha de 2018 para senadora por SC, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 360 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 345 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 259 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3,6 milhões.

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Evolução da votação nas eleições

336.449 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Ideli Salvatti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos

Ideli Salvatti declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governadora por Santa Catarina em 2010, e senadora por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 49 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 360 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 345 mil). Em 2010, R$ 3,6 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1,4 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,4 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 3,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senadora, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
10 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 360 mil25,9%
  • Materiais impressosR$ 345 mil24,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 259 mil18,6%
  • PessoalR$ 95 mil6,8%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 91 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 331 mil23,8%
2010Governadora, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,6 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 86% · pessoas menos de 1% · empresas 14% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 169 mil4,7%
  • Serviços de terceirosR$ 85 mil2,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 40 mil1,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 19 mil0,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 28 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 239 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,3 milhões91,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892