Mariluci

Foto de Mariluci Deschamps Rosa
Mariluci
Mariluci Deschamps Rosa (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2018 · PT
46 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mariluci (Mariluci Deschamps Rosa) disputou 7 eleições entre 2004 e 2018, para 1º suplente, vereadora, vice-prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Gaspar em 2016 e 2004; vice-prefeita de Gaspar em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SC: 14.604 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Gaspar/SC, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por carros de som (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 118 mil em 2010 e R$ 26 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

632 votos em 2016 (eleita) · 7 eleições

A votação de Mariluci Deschamps Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 17 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados

Mariluci declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2006 e 2010, e vereadora em Gaspar (SC) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2010, R$ 118 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 26 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados
Gastos em 2010R$ 118 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Gaspar (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 42% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil27,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil18,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil14,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil12,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil26,6%
2010Deputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 118 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 64% · empresas 17%
Gasto contratado
R$ 118 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil21,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 20 mil16,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil14,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil12,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil34,8%
2006Deputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
8 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 18% · empresas 70%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil27,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil12,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil7,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,7%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 12 mil45,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892