Ricardo Grey

Foto de Ricardo Grey de Araújo Lemos
Ricardo Grey
Ricardo Grey de Araújo Lemos (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2022 · último partido MDB
68 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardo Grey (Ricardo Grey de Araújo Lemos) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, vereador, 2º suplente, governador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para governador por BA: 27.595 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por BA, declarou R$ 51 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2016 e R$ 2 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

210 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de Ricardo Grey de Araújo Lemos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualGovernadorDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 51 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

Ricardo Grey declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006 e 2022, e vereador em Salvador (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 51 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 6 mil em gastos contratados; em 2006, 65% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2022R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil55,0%
  • Materiais impressosR$ 20 mil39,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil5,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 680,1%
2016Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil32,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil17,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 75013,0%
  • PessoalR$ 5409,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil28,1%
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 97565,0%
  • Serviços de terceirosR$ 40026,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1036,8%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 211,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 20,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892