Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geddel Vieira Lima (Geddel Quadros Vieira Lima) disputou 7 eleições entre 1990 e 2014, para senador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2006, 2002, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2014, para senador por BA: 2.064.951 votos. Na campanha de 2014 para senador por BA, declarou R$ 7,2 milhões em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 6,6 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas, R$ 495 mil de empresas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,4 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 2,3 milhões) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1,3 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,6 milhões em 2010 e R$ 418 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
2.064.951 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Geddel Quadros Vieira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 7,2 milhões em receitas · R$ 7,1 milhões em gastos contratados
Geddel Vieira Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, governador por Bahia em 2010, e senador por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7,2 milhões em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 6,6 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas, R$ 495 mil de empresas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,4 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 2,3 milhões). Em 2010, R$ 4,6 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 418 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 7,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 7,1 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 4,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 135 mil32,3%
Materiais impressosR$ 126 mil30,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 28 mil6,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 24 mil5,8%
Outras 9 categoriasinclui R$ 264 lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil25,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO34.770GBA · 35 anos · Superior completo · PMDB · nº 1518 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1990ELEITO36.637GBA · 31 anos · PMDB · nº 1518 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.