- Materiais impressosR$ 30 mil11,7%
- PessoalR$ 26 mil10,0%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil6,2%
- Locação de imóveisR$ 3 mil1,0%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil0,7%
- Outras 14 categoriasR$ 180 mil70,5%
João Castelo (João Castelo Ribeiro Gonçalves) disputou 15 eleições entre 1970 e 2014, para deputado federal, prefeito, senador e governador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2014, 2002, 1998, 1974 e 1970; prefeito de São Luís em 2008; senador em 1982. A maior votação foi em 2006, para senador por MA: 918.701 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 22,4 milhões empenhados em 6 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017, para 12 municípios; 85% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por MA, declarou R$ 256 mil em receitas: R$ 48 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 178 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 256 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 68 mil), baixa de estimaveis - locação/cessão de bens móveis (R$ 49 mil) e baixa de estimaveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,4 milhões em 2012 e R$ 4 milhões em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Castelo Ribeiro Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Castelo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Maranhão em 2006, prefeito em São Luís (MA) em 2008 e 2012, e deputado federal por Maranhão em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 256 mil em receitas: R$ 48 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 178 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 256 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 68 mil) e baixa de estimaveis - locação/cessão de bens móveis (R$ 49 mil). Em 2012, R$ 2,4 milhões em gastos contratados; em 2008, R$ 4 milhões em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Castelo teve R$ 22,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 6 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017 (legislatura 2015 a 2018), para 12 municípios. Já foram pagos R$ 19,1 milhões (85%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Urbanismo (50%). As cidades que mais receberam foram São Luís, Caxias e São Bernardo.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,1 milhões | 89% | 4 | 6 |
| 2016 | R$ 9,8 milhões | R$ 8 milhões | 81% | 2 | 7 |
| Total | R$ 22,4 milhões | R$ 19,1 milhões | 85% | 6 | 12 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.