Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tati Lima Palácio (Vanilma de Fatima Tati Araújo Lima) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputada federal e 1º suplente senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputada federal por MA, declarou R$ 147 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil).
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Evolução da votação nas eleições
13.807 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Vanilma de Fatima Tati Araújo Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
SenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 147 mil em receitas · R$ 147 mil em gastos contratados
Tati Lima Palácio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Maranhão em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 147 mil em receitas: R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil).
partido e outras campanhas 6% · pessoas 19% · empresas 36% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 147 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 79 mil53,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil7,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil3,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil1,6%
Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 49 mil33,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.