Ivan Cassaro (Jorge Ivan Cassaro) disputou 4 eleições entre 2014 e 2024, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Jaú em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Jaú/SP: 51.841 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Jaú/SP, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 910 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 940 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 227 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 226 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 185 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 354 mil em 2020 e R$ 414 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
51.841 votos em 2024 (eleito) · 4 eleições
A votação de Jorge Ivan Cassaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 1 milhão em receitas · R$ 940 mil em gastos
Ivan Cassaro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2014, e prefeito em Jaú (SP) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 910 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 940 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 227 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 226 mil). Em 2020, R$ 354 mil em gastos; em 2016, R$ 414 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 940 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 354 milcampanha encerrada; tudo pago
partido menos de 1% · pessoas menos de 1% · empresas 53% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 992 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 346 mil34,8%
PessoalR$ 266 mil26,8%
Materiais impressosR$ 139 mil14,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 52 mil5,2%
Outras 15 categoriasR$ 190 mil19,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2016—LJaú, São Paulo · 58 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Industrial · PATRIOTA · nº 51 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Federal · 201430.307não eleitoGSP · 56 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · PATRIOTA · nº 5123 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.