Buscar

João Brandão

Foto de João Batista Brandão do Amaral
João Brandão
João Batista Brandão do Amaral (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PATRIOTA
68 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

João Brandão (João Batista Brandão do Amaral) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Jaú em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 11.067 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Jaú/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 1 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 400) e publicidade por materiais impressos (R$ 400). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2018 e R$ 24 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

818 votos em 2020 (anulados) · 5 eleições

A votação de João Batista Brandão do Amaral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

João Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018, e vereador em Jaú (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 400). Em 2018, R$ 3 mil em gastos; em 2014, 61% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Jaú (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 16% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil58,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 40020,4%
  • Materiais impressosR$ 40020,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,7%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 2% · pessoas 14% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil38,5%
  • Materiais impressosR$ 69023,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 54618,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 41013,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 2006,7%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 9% · empresas 5% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil60,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil11,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil8,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil6,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil13,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.