- Militância e mobilização de ruaR$ 54 mil21,7%
- Materiais impressosR$ 44 mil17,6%
- Serviços advocatíciosR$ 36 mil14,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil10,4%
- Outras 8 categoriasR$ 89 mil35,9%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Felipe Machado (Felipe Claudino Machado) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Mandirituba em 2024; vereador de Mandirituba em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Mandirituba/PR: 10.771 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Mandirituba/PR, declarou R$ 253 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 54 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e serviços advocatícios (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 183 mil em 2020 e R$ 5 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Felipe Claudino Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Felipe Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Mandirituba (PR) em 2016, e prefeito em Mandirituba (PR) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 253 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 54 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Em 2020, R$ 183 mil em gastos; em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.