- Materiais impressosR$ 28860,7%
- Publicidade por adesivosR$ 15633,0%
- Serviços de terceirosR$ 306,3%
Já tem conta? Entrar

Feio Lemos (Domingos Dirceu de Oliveira Lemos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Mandirituba/PR, declarou R$ 474 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 474, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 288), publicidade por adesivos (R$ 156) e serviços de terceiros (R$ 30).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Domingos Dirceu de Oliveira Lemos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Feio Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Mandirituba (PR) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 474 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 474, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 288) e publicidade por adesivos (R$ 156).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Feio Lemos não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2016, para vereador em Mandirituba/PR, Feio Lemos teve 302 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Mandirituba/PR, Feio Lemos declarou R$ 474 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 474, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 288), publicidade por adesivos (R$ 156) e serviços de terceiros (R$ 30). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Feio Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Mandirituba (PR) em 2016.
Segundo os dados do TSE, Feio Lemos disputou 2 eleições, de 2016 a 2020: vereador em Mandirituba (PR) em 2016; vice-prefeito em Mandirituba (PR) em 2020. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Feio Lemos concorreu pelo PSDB em 2016 e pelo PSL em 2020. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto