Antônio Sergio Alves Vidigal

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Antônio Sergio Alves Vidigal
11 eleições entre 1990 e 2020 · PDT
63 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Sergio Vidigal (Antônio Sérgio Alves Vidigal) disputou 11 eleições entre 1990 e 2020, para prefeito, deputado federal, governador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Serra em 2020, 2008, 2000 e 1996; deputado federal em 2018 e 2014; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2006, para governador por ES: 373.474 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 70,8 milhões empenhados em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2020, para 40 municípios; 78% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Serra/ES, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 76 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 510 mil), serviços de terceiros (R$ 389 mil) e publicidade por adesivos (R$ 376 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão em 2018 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,8 milhão em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

100.837 votos em 2020 · 11 eleições

A votação de Antônio Sergio Alves Vidigal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoGovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2,2 milhões em gastos

Sergio Vidigal declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: governador por Espírito Santo em 2006, prefeito em Serra (ES) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Espírito Santo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 76 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 510 mil) e serviços de terceiros (R$ 389 mil). Em 2018, 48% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 1,8 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,5 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas7de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Serra (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
40 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · partido menos de 1% · pessoas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 510 mil23,4%
  • Serviços de terceirosR$ 389 mil17,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 188 mil8,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 101 mil4,6%
  • PessoalR$ 65 mil3,0%
  • Outras 14 categoriasR$ 926 mil42,5%
2018Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 904 mil
39 doadores pessoas físicas
FEFC 55% · Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 9%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
pago: R$ 763 mil (51%)
  • Materiais impressosR$ 709 mil47,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 329 mil22,2%
  • Serviços de terceirosR$ 134 mil9,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil0,2%
  • Locação de imóveisR$ 800menos de 0,1%
  • Outras 11 categoriasR$ 307 mil20,7%
2016Prefeito, Serra (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 962 mil
140 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 54% · partido 3% · pessoas 40% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 538 mil30,3%
  • PessoalR$ 126 mil7,1%
  • Materiais impressosR$ 123 mil6,9%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil1,6%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil1,1%
  • Outras 15 categoriasR$ 943 mil53,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
33 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 11% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 8% · empresas 49% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 430 mil33,0%
  • Materiais impressosR$ 280 mil21,5%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil1,3%
  • Materiais impressosR$ 4 mil0,3%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil0,3%
  • Outras 20 categoriasR$ 568 mil43,6%
2012Prefeito, Serra (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
7 doadores pessoas físicas
partido 48% · pessoas 2% · empresas 50%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 580 mil33,1%
  • Locação de imóveisR$ 39 mil2,2%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil1,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,1 milhão62,9%
2008Prefeito, Serra (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 42% · pessoas menos de 1% · empresas 58%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 284 mil12,9%
  • Serviços de terceirosR$ 246 mil11,2%
  • PessoalR$ 136 mil6,2%
  • Locação de imóveisR$ 12 mil0,5%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 39 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,5 milhão69,3%
2006Governador, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas menos de 1% · empresas 73% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 125 mil8,8%
  • Materiais impressosR$ 23 mil1,6%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 778 lançados como "diversas a especificar" e R$ 546 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,3 milhão89,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 70,8 milhões empenhados · 78% pago · 73 emendas em 40 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Sergio Vidigal teve R$ 70,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2020, para 40 municípios. Já foram pagos R$ 55,1 milhões (78%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Vitória, Vila Velha e Serra. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 15,9 milhões em 18 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,9 milhões em 55 emendas.2

EmpenhadoR$ 70,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2020
PagoR$ 55,1 milhões78% do empenhado, com restos a pagar
Emendas73individuais
Municípios40diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2020R$ 15,9 milhõesR$ 13 milhões82%189

Funções que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SaúdeR$ 7,9 milhões49,8%
  2. 2Assistência SocialR$ 2,3 milhões14,4%
  3. 3AgriculturaR$ 1,6 milhão9,8%

Municípios que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1VitóriaR$ 3,4 milhões21,7%
  2. 2Vila VelhaR$ 928 mil5,8%
  3. 3SerraR$ 725 mil4,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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