- Impulsionamento de conteúdosR$ 131 mil28,7%
- Materiais impressosR$ 89 mil19,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 86 mil18,8%
- Serviços contábeisR$ 45 mil9,9%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 94 lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil23,2%
Segundo o Radar do Voto, Thiago Carreiro (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal pelo Espírito Santo em 2026, com 1.605 votos, pelo resultado oficial do TSE. Thiago Carreiro (Thiago Menezes Carreiro) disputou 5 eleições entre 2018 e 2026, para deputado federal, vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Serra em 2020. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por ES: 13.017 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por ES, declarou R$ 435 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 457 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 131 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 86 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 84 mil em 2024 (49% com serviços de terceiros) e R$ 1,9 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Thiago Menezes Carreiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Thiago Carreiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2018, deputado federal por Espírito Santo em 2022 e 2026, e vereador em Serra (ES) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 435 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 457 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 131 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil); R$ 428 mil já foram pagos. Em 2024, 49% dos R$ 84 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2022, R$ 1,9 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.