- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 20 mil25,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil14,3%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil12,5%
- Serviços contábeisR$ 10 mil12,5%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil35,7%
Raimunda Beirão (Raimunda Macedo Barroso) disputou 7 eleições entre 1998 e 2020, para prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: deputada estadual em 2014, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por AP: 4.873 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Vitória do Jari/AP, declarou R$ 94 mil em receitas: R$ 87 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 20 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 101 mil em 2018 e R$ 48 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raimunda Macedo Barroso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Raimunda Beirão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Amapá em 2010, 2014 e 2018, e prefeita em Vitória do Jari (AP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 94 mil em receitas: R$ 87 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 20 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2018, R$ 101 mil em gastos; em 2014, R$ 48 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.