- Impulsionamento de conteúdosR$ 71 mil63,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil22,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil6,7%
- Materiais impressosR$ 4 mil3,1%
- Outras 3 categoriasR$ 5 mil4,3%
Amastha (PODE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Tocantins em 2026, com 9.171 votos, pelo resultado oficial do TSE. Amastha (Carlos Enrique Franco Amastha) disputou 7 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vereador, senador, governador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Palmas em 2024; prefeito de Palmas em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para governador por TO: 219.842 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por TO, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Partidário, R$ 22 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 254 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 71 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 371 mil em 2024 e R$ 2,8 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Enrique Franco Amastha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Amastha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Palmas (TO) em 2012 e 2016, governador por Tocantins em 2018, senador por Tocantins em 2022, vereador em Palmas (TO) em 2024, e deputado estadual por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Partidário, R$ 22 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 254 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 71 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil); R$ 82 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 371 mil em gastos; em 2022, R$ 2,8 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.