- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 75 mil18,3%
- PessoalR$ 54 mil13,2%
- Publicidade por adesivosR$ 52 mil12,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 50 mil12,2%
- Outras 11 categoriasR$ 179 mil43,7%
Segundo o Radar do Voto, Cinthia Ribeiro (PSDB) ficou como suplente de deputada federal pelo Tocantins em 2026, com 23.439 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cinthia Ribeiro (Cinthia Alves Caetano Ribeiro) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputada federal, prefeita, vice-prefeita e vice-governadora. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Palmas em 2020; vice-prefeita de Palmas em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Palmas/TO: 46.243 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por TO, declarou R$ 530 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 23 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 410 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 75 mil), pessoal (R$ 54 mil) e publicidade por adesivos (R$ 52 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2020, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3,3 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cinthia Alves Caetano Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cinthia Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Palmas (TO) em 2020, e deputada federal por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 530 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 23 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 410 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 75 mil) e pessoal (R$ 54 mil); R$ 286 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 3,3 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.