Benedito Magno Gonçalves Bastos

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Benedito Magno Gonçalves Bastos
3 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PTB
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE
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Magno Bastos (Benedito Mágno Gonçalves Bastos) disputou 3 eleições entre 2010 e 2020, para prefeito, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AP: 490 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Vitória do Jari/AP, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 51 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 700 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 450 em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

171 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Benedito Magno Gonçalves Bastos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 70 mil em receitas · R$ 70 mil em gastos

Magno Bastos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010, vereador em Vitória do Jari (AP) em 2012, e prefeito em Vitória do Jari (AP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 51 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Em 2012, 100% dos R$ 700 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 450 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 70 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 70 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 700contratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Vitória do Jari (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 70 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 51 mil72,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil14,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil4,3%
  • Serviços contábeisR$ 2 mil3,4%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil5,6%
2012Vereador, Vitória do Jari (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 69% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 700
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 700100,0%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 450
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 450
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 450100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885