Miriam Briano (Miriam Briano Alves) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeita, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: vice-prefeita de Buíque em 2024, 2012 e 2004; vereadora de Buíque em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Buíque/PE: 11.797 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Buíque/PE, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 14 mil) e publicidade por carros de som (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 44 mil em 2016 (57% com publicidade por adesivos) e R$ 121 mil em 2008.
votos · Buíque, Pernambuco · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
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Evolução da votação nas eleições
4.340 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Miriam Briano Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 122 mil em receitas · R$ 122 mil em gastos
Miriam Briano declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Buíque (PE) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 14 mil). Em 2016, 57% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2008, R$ 121 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 122 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 122 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 44 milcontratados, campanha encerrada
partido 58% · pessoas 16% · empresas 8% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 121 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 38 mil31,6%
Locação/cessão de bens móveisR$ 22 mil18,2%
Publicidade por carros de somR$ 15 mil12,0%
Materiais impressosR$ 14 mil11,8%
Outras 10 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil26,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LBuíque, Pernambuco · 44 anos · Ensino médio completo · PTB · nº 141 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PMDB / PTB / PSL
Vereador · 1996ELEITO1.650LBuíque, Pernambuco · 40 anos · Ensino médio completo · PTB · nº 14620 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.