Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Angela Avelar (Angela Maria Avelar Deniur Monteiro) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Calçoene em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Calçoene/AP: 1.701 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Calçoene/AP, declarou R$ 295 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 280 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil), serviços advocatícios (R$ 49 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 45 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 59 mil.
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Evolução da votação nas eleições
886 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Angela Maria Avelar Deniur Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 295 mil em receitas · R$ 280 mil em gastos
Angela Avelar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Calçoene (AP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 295 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 280 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil) e serviços advocatícios (R$ 49 mil). Em 2016, R$ 59 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 295 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 280 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 59 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9 mil15,3%
Materiais impressosR$ 6 mil10,8%
Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil24,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.