- PessoalR$ 223 mil49,1%
- Serviços de terceirosR$ 28 mil6,2%
- Materiais impressosR$ 25 mil5,4%
- Locação de imóveisR$ 5 mil1,0%
- Outras 11 categoriasR$ 175 mil38,4%
João Malheiros (João Antonio Cuiabano Malheiros) disputou 6 eleições entre 1996 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Cuiabá em 2012; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Cuiabá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MT: 23.551 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MT, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 38 mil de outras campanhas, R$ 238 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 50 mil de empresas e R$ 129 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 58 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 48 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 160 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Antonio Cuiabano Malheiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Malheiros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 38 mil de outras campanhas, R$ 238 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 50 mil de empresas e R$ 129 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 58 mil). Em 2006, R$ 160 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.