Miki Breier

Foto de Volmir Jose Miki Breier
Miki Breier
Volmir Jose Miki Breier (nome civil)
8 eleições entre 1998 e 2020 · último partido PSB
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miki Breier (Volmir José Miki Breier) disputou 8 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Cachoeirinha em 2016; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Gravataí em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 35.457 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cachoeirinha/RS, declarou R$ 449 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 104 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 443 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 204 mil), publicidade por adesivos (R$ 54 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 45 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 340 mil em 2016 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 441 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

19.699 votos em 2020 (anulados) · 8 eleições

A votação de Volmir Jose Miki Breier em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 449 mil em receitas · R$ 443 mil em gastos

Miki Breier declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Cachoeirinha (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 449 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 104 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 443 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 204 mil) e publicidade por adesivos (R$ 54 mil). Em 2016, 57% dos R$ 340 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 441 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 449 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 443 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 340 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Prefeito, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 449 mil
27 doadores pessoas físicas
FEFC 49% · Fundo Partidário 11% · pessoas 23% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 443 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 204 mil45,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 54 mil12,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 45 mil10,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 38 mil8,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 103 mil23,2%
2016Prefeito, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 340 mil
76 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 29% · pessoas 66% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 340 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 194 mil57,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 60 mil17,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 24 mil7,0%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil3,5%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil14,8%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 441 mil
26 doadores pessoas físicas
partido 35% · pessoas 34% · empresas 17% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 441 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 103 mil23,2%
  • Serviços de terceirosR$ 74 mil16,7%
  • Locação de imóveisR$ 68 mil15,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 64 mil14,6%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 44 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 132 mil30,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 214 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 3% · empresas 54% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 214 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil21,8%
  • Serviços de terceirosR$ 44 mil20,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 21 mil10,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 17 mil7,7%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 59 lançados como "diversas a especificar" e R$ 25 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 86 mil40,0%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 151 mil
24 doadores pessoas físicas
partido 5% · pessoas 26% · empresas 33% · próprios 15% · outras 21%
Gasto contratado
R$ 148 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 31 mil21,1%
  • Materiais impressosR$ 24 mil16,1%
  • Multas eleitoraisR$ 21 mil14,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 17 mil11,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil36,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892