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Mauricio Medeiros

Foto de Mauricio Rogerio de Medeiros Tonolher
Mauricio Medeiros
Mauricio Rogerio de Medeiros Tonolher (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
60 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador

Mauricio Medeiros (Maurício Rogério de Medeiros Tonolher) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Cachoeirinha em 2016; vereador de Cachoeirinha em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 11.391 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 56 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 31 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e pessoal (R$ 29 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 36 mil em 2012 e R$ 15 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

11.391 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Mauricio Rogerio de Medeiros Tonolher em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 120 mil em receitas · R$ 120 mil em gastos contratados

Mauricio Medeiros declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cachoeirinha (RS) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 56 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 31 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil). Em 2012, R$ 36 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 15 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 120 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 120 milcontratados
Gastos em 2012R$ 36 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 23% · empresas 11% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 120 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil25,6%
  • Materiais impressosR$ 31 mil25,5%
  • PessoalR$ 29 mil24,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil4,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 24 mil20,0%
2012Vereador, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 47% · empresas 7% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil37,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil14,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil13,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil12,3%
2008Vereador, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 54% · empresas 1% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil20,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil11,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil11,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil7,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil48,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.