- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,5 milhão42,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 440 mil12,4%
- Materiais impressosR$ 400 mil11,2%
- Serviços advocatíciosR$ 290 mil8,1%
- Outras 11 categoriasR$ 930 mil26,1%
Hildon Chaves (UNIÃO) teve 134.355 votos para governador de Rondônia em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Hildon Chaves (Hildon de Lima Chaves) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para governador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Porto Velho em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Porto Velho/RO: 148.673 votos. Na campanha de 2026 para governador por RO, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 440 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 400 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2020 e R$ 2,5 milhões em 2016.
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A votação de Hildon de Lima Chaves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hildon Chaves declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Porto Velho (RO) em 2016 e 2020, e governador por Rondônia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 440 mil); R$ 2,6 milhões já foram pagos. Em 2020, R$ 1,6 milhão em gastos contratados; em 2016, R$ 2,5 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.