- Militância e mobilização de ruaR$ 454 mil28,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 381 mil24,0%
- Materiais impressosR$ 189 mil11,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 130 mil8,2%
- Outras 13 categoriasR$ 432 mil27,3%

Segundo o Radar do Voto, Maurício Carvalho (UNIÃO) foi eleito deputado federal por Rondônia em 2026, com 36.242 votos, pelo resultado oficial do TSE. Maurício Carvalho (Maurício Fonseca Ribeiro Carvalho de Moraes) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2026 e 2022; vice-prefeito de Porto Velho em 2020; vereador de Porto Velho em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RO: 36.242 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 94,9 milhões empenhados em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 48 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RO, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 149 mil do Fundo Partidário e R$ 1,6 milhão de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 454 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 381 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 189 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2022 e R$ 127 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maurício Fonseca Ribeiro Carvalho de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maurício Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2016, e deputado federal por Rondônia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 149 mil do Fundo Partidário e R$ 1,6 milhão de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 454 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 381 mil); R$ 628 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2016, R$ 127 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Maurício Carvalho teve R$ 94,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 48 municípios. Já foram pagos R$ 84,1 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Nova Mamoré, Ariquemes e Candeias do Jamari.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 20,4 milhões | R$ 13 milhões | 64% | 4 | 18 |
| 2025 | R$ 36,6 milhões | R$ 33,2 milhões | 91% | 8 | 32 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 100% | 6 | 30 |
| Total | R$ 94,9 milhões | R$ 84,1 milhões | 89% | 18 | 48 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.