Luciano Orsi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Bom (RS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 50 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 20 mil); R$ 125 mil já foram pagos. Em 2020, 52% dos R$ 191 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 53 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 125 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 145 milcontratados, parcial; R$ 125 mil pagos
Gastos em 2020R$ 191 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 125 mil
28 doadores pessoas físicas
FEFC 40% · partido 32% · pessoas 22% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 145 mil
pago até agora: R$ 125 mil (86%)
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 50 mil34,5%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20 mil13,8%
- PessoalR$ 7 mil5,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil3,8%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 57 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil42,8%
Arrecadado
R$ 193 mil
35 doadores pessoas físicas
FEFC 18% · partido 7% · pessoas 70% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 191 mil
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 100 mil52,3%
- Publicidade por adesivosR$ 21 mil10,9%
- Serviços de terceirosR$ 20 mil10,5%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 19 mil9,7%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 31 mil16,5%
Arrecadado
R$ 53 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · partido 2% · pessoas 46% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 10 mil18,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil18,3%
- Materiais impressosR$ 9 mil17,2%
- Publicidade por carros de somR$ 5 mil9,2%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil36,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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