Luciano Libório Baptista Orsi

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Luciano Libório Baptista Orsi
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PDT
61 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Luciano Orsi (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 19.488 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luciano Orsi (Luciano Libório Baptista Orsi) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Campo Bom em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Campo Bom/RS: 22.359 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 50 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 20 mil) e pessoal (R$ 7 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 191 mil em 2020 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 53 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

19.488 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Luciano Libório Baptista Orsi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 125 mil em receitas · R$ 145 mil em gastos contratados

Luciano Orsi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Bom (RS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 145 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 50 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 20 mil); R$ 125 mil já foram pagos. Em 2020, 52% dos R$ 191 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 53 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 125 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 145 milcontratados, parcial; R$ 125 mil pagos
Gastos em 2020R$ 191 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
28 doadores pessoas físicas
FEFC 40% · partido 32% · pessoas 22% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 145 mil
pago até agora: R$ 125 mil (86%)
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 50 mil34,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20 mil13,8%
  • PessoalR$ 7 mil5,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil3,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 57 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil42,8%
2020Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 193 mil
35 doadores pessoas físicas
FEFC 18% · partido 7% · pessoas 70% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 191 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 100 mil52,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 21 mil10,9%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil10,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 19 mil9,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 31 mil16,5%
2016Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · partido 2% · pessoas 46% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 10 mil18,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil17,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil9,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil36,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Luciano Orsi (PDT): suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto