Dra Suzana (Suzana Ambros Pereira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para prefeita, deputada federal e vice-prefeita, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Campo Bom em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por RS: 20.025 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Campo Bom/RS, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 31 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 8 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 57 mil.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
11.707 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de Suzana Ambros Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 84 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos contratados
Dra Suzana declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2010, e prefeita em Campo Bom (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 31 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil). Em 2010, R$ 57 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 68 milcontratados
Gastos em 2010R$ 57 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 18% · pessoas 55% · empresas 4% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 11 mil18,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil17,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil16,8%
PessoalR$ 4 mil7,3%
Outras 9 categoriasR$ 23 mil39,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2010SUPLENTE20.025GRS · 50 anos · Superior completo · Médico · PT · nº 1344 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2008ELEITO23.577LCampo Bom, Rio Grande do Sul · 48 anos · Superior completo · Médico · PT · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.