- Militância e mobilização de ruaR$ 324 mil41,6%
- Materiais impressosR$ 99 mil12,7%
- Serviços de terceirosR$ 95 mil12,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 73 mil9,4%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 187 mil24,0%
Ronnie Mello (PP) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 23.764 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ronnie Mello (Ronnie Peterson Colpo Mello) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Uruguaiana em 2020 e 2016; vereador de Uruguaiana em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Uruguaiana/RS: 40.409 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 960 mil em receitas: R$ 725 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 205 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 324 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 99 mil) e serviços de terceiros (R$ 95 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 222 mil em 2020 e R$ 230 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ronnie Peterson Colpo Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ronnie Mello declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Uruguaiana (RS) em 2008 e 2012, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, prefeito em Uruguaiana (RS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 960 mil em receitas: R$ 725 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 205 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 324 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 99 mil); R$ 531 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 222 mil em gastos; em 2016, R$ 230 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.