Miguel Soldatelli Rossetto

Foto de Miguel Soldatelli Rossetto
Miguel Soldatelli Rossetto
9 eleições entre 1982 e 2026 · PT
66 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Miguel Rossetto (PT) foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 35.913 votos, pelo resultado oficial do TSE. Miguel Rossetto (Miguel Soldatelli Rossetto) disputou 9 eleições entre 1982 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, governador, senador, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026 e 2022; vice-governador em 1998; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2006, para senador por RS: 1.549.768 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 8 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 22 municípios; 54% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 539 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 218 mil de doações privadas (127 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil), pessoal (R$ 45 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 340 mil em 2022 e R$ 3,4 milhões em 2018.

Deputado Estadual · 2026
35.913
votos · RS
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2030
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

35.913 votos em 2026 (eleito) · 9 eleições

A votação de Miguel Soldatelli Rossetto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 539 mil em receitas · R$ 348 mil em gastos contratados

Miguel Rossetto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Rio Grande do Sul em 2006, governador por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 539 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 218 mil de doações privadas (127 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 348 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 130 mil) e pessoal (R$ 45 mil); R$ 272 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 340 mil em gastos; em 2018, 47% dos R$ 3,4 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 539 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 348 milcontratados, parcial; R$ 272 mil pagos
Gastos em 2022R$ 340 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2018, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 539 mil
127 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 49% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 40%
Gasto contratado
R$ 348 mil
pago até agora: R$ 272 mil (78%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 130 mil37,5%
  • PessoalR$ 45 mil13,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil11,5%
  • Locação de imóveisR$ 34 mil9,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 98 mil28,1%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 372 mil
82 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 44% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 30%
Gasto contratado
R$ 340 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 91 mil26,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 63 mil18,5%
  • Materiais impressosR$ 44 mil12,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 41 mil12,0%
  • Outras 12 categoriasR$ 102 mil29,9%
2018Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
264 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 84% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 3,4 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,6 milhão46,9%
  • Materiais impressosR$ 371 mil11,0%
  • PessoalR$ 342 mil10,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 250 mil7,4%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 271 lançados como "diversas a especificar" e R$ 277 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 827 mil24,5%
Ver a campanha anterior
2006Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 549 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 4% · empresas 81%
Gasto contratado
R$ 515 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 116 mil22,5%
  • Serviços de terceirosR$ 90 mil17,5%
  • Materiais impressosR$ 77 mil14,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 54 mil10,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 178 mil34,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 8 milhões indicados · 54% pago · 61 emendas em 22 municípios

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Miguel Rossetto indicou R$ 8 milhões em 61 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 22 municípios. Até a coleta na fonte, 54% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram São Leopoldo, Porto Alegre e Esteio.2

IndicadoR$ 8 milhõesorçamentos de 2024 a 2026
PagoR$ 4,3 milhões54% do indicado
Emendas61estaduais
Municípios22diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 4 milhõesR$ 1,4 milhão35%3217
2025R$ 2 milhõesR$ 1,4 milhão72%1711
2024R$ 2 milhõesR$ 1,5 milhão73%125
TotalR$ 8 milhõesR$ 4,3 milhões54%6122

Órgãos que mais receberam

  1. 1Secretaria da SaúdeR$ 4 milhões50,0%
  2. 2Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento ProfissionalR$ 890 mil11,1%
  3. 3Secretaria do Meio Ambiente e InfraestruturaR$ 650 mil8,1%

Municípios que mais receberam

  1. 1São LeopoldoR$ 1,8 milhão22,9%
  2. 2Porto AlegreR$ 1,7 milhão21,4%
  3. 3EsteioR$ 900 mil11,3%

Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1998, 2022 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Miguel Rossetto (PT): eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto