Gilmar Neri de Souza

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Gilmar Neri de Souza
6 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PSD
56 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Pastor Gilmar da Cruz (Gilmar Neri de Souza) disputou 6 eleições entre 2012 e 2024, para vereador, deputado federal, senador e 1º suplente. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campo Grande em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para senador por MS: 35.227 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 77 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 62 mil), publicidade por adesivos (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 275 mil em 2022 (61% com pessoal) e R$ 41 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

1.556 votos em 2024 · 6 eleições

A votação de Gilmar Neri de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 92 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos

Pastor Gilmar da Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2012, 2016, 2020 e 2024, senador por Mato Grosso do Sul em 2018, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 77 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 62 mil) e publicidade por adesivos (R$ 9 mil). Em 2022, 61% dos R$ 275 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, R$ 41 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 92 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 86 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 275 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 92 mil
sem doações de pessoas
FEFC 83% · partido 6% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 86 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 62 mil71,8%
  • Materiais impressosR$ 8 mil9,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil5,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil1,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 10 mil11,7%
2022Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 275 mil
doações de pessoas
FEFC 39% · Fundo Partidário 34% · pessoas 27%
Gasto contratado
R$ 275 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 167 mil60,7%
  • Materiais impressosR$ 78 mil28,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 25 mil9,1%
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 41 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 9 mil21,4%
  • Materiais impressosR$ 7 mil17,7%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil7,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil2,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 20 mil50,4%
Ver as 3 campanhas anteriores
2018Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
doações de pessoas
FEFC 71% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 2% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 53 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 12 mil23,5%
  • PessoalR$ 12 mil22,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil8,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4000,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 24 mil45,3%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 63% · pessoas 12% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil33,0%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil11,8%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil10,7%
  • Materiais impressosR$ 5 mil7,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil3,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 20 mil33,6%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 70% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil59,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil25,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Gilmar Neri de Souza (Pastor Gilmar da Cruz): candidaturas e votos · Radar do Voto