Pedro Chaves

Foto de Pedro Chaves dos Santos Filho
Pedro Chaves
Pedro Chaves dos Santos Filho (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2018 · último partido PRB
78 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Senador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Chaves (Pedro Chaves dos Santos Filho) disputou 2 eleições entre 2010 e 2018, para senador e 1º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente senador em 2010. No Senado Federal, teve R$ 41,6 milhões empenhados em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019, para 75 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar.

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Financiamento das campanhas

Campanhas12018
2018Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 41,6 milhões empenhados · 92% pago · 34 emendas em 75 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

No Senado Federal, Pedro Chaves teve R$ 41,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 75 municípios. Já foram pagos R$ 38,3 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Dourados e Eldorado.2

EmpenhadoR$ 41,6 milhõesorçamentos de 2017 a 2019
PagoR$ 38,3 milhões92% do empenhado, com restos a pagar
Emendas34individuais
Municípios75diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,2 milhõesR$ 15 milhões99%1835
2018R$ 14,7 milhõesR$ 13,2 milhões90%1041
2017R$ 11,6 milhõesR$ 9,7 milhões84%514
TotalR$ 41,5 milhõesR$ 38 milhões92%3375

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 20,5 milhões49,3%
  2. 2EducaçãoR$ 8,8 milhões21,1%
  3. 3UrbanismoR$ 6,9 milhões16,7%

Municípios que mais receberam

  1. 1Campo GrandeR$ 7,9 milhões18,9%
  2. 2DouradosR$ 1,9 milhão4,7%
  3. 3EldoradoR$ 820 mil2,0%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892