Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Chaves (Pedro Chaves dos Santos Filho) disputou 2 eleições entre 2010 e 2018, para senador e 1º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente senador em 2010. No Senado Federal, teve R$ 41,6 milhões empenhados em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019, para 75 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar.
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Pedro Chaves teve R$ 41,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 34 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 75 municípios. Já foram pagos R$ 38,3 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Dourados e Eldorado.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,2 milhões | R$ 15 milhões | 99% | 18 | 35 |
| 2018 | R$ 14,7 milhões | R$ 13,2 milhões | 90% | 10 | 41 |
| 2017 | R$ 11,6 milhões | R$ 9,7 milhões | 84% | 5 | 14 |
| Total | R$ 41,5 milhões | R$ 38 milhões | 92% | 33 | 75 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
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Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.