Udo Dohler disputou 3 eleições entre 2012 e 2022, para vice-governador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Joinville em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Joinville/SC: 171.217 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Joinville/SC, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 761 mil de doações privadas (89 doadores) e R$ 750 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 559 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 366 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 212 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4,5 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
137.700 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Udo Dohler em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 2 milhões em gastos contratados
Udo Dohler declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Joinville (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 761 mil de doações privadas (89 doadores) e R$ 750 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 559 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 366 mil). Em 2012, R$ 4,5 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milhõescontratados
Gastos em 2012R$ 4,5 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 49% · pessoas 9% · empresas 21% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 4,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 912 mil20,2%
Serviços de terceirosR$ 811 mil18,0%
Materiais impressosR$ 440 mil9,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 336 mil7,4%
Outras 18 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1,4 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 2 milhões44,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.