- Materiais impressosR$ 102 mil36,0%
- Serviços de terceirosR$ 68 mil24,2%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil10,6%
- Correspondências e despesas postaisR$ 24 mil8,6%
- Outras 8 categoriasR$ 58 mil20,7%
Segundo o Radar do Voto, Carlos Moisés (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 33.712 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Moisés (Carlos Moisés da Silva) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputado federal e governador. Ele foi eleito 1 vez: governador em 2018. A maior votação foi em 2018, para governador por SC: 2.644.179 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 565 mil em receitas: R$ 174 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 390 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil), serviços de terceiros (R$ 68 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8,2 milhões em 2022 e R$ 712 mil em 2018.
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A votação de Carlos Moisés da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Moisés declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Santa Catarina em 2018 e 2022, e deputado federal por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 565 mil em receitas: R$ 174 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 390 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil) e serviços de terceiros (R$ 68 mil); R$ 225 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 8,2 milhões em gastos contratados; em 2018, 44% dos R$ 712 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.