Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Telles (Paulo Telles da Silva) disputou 11 eleições entre 1998 e 2024, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Ibirité em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Ibirité/MG: 29.692 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Ibirité/MG, declarou R$ 377 mil em receitas: R$ 251 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 66 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 301 mil, principalmente com pessoal (R$ 104 mil), serviços de terceiros (R$ 75 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 53 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 207 mil em 2018 (50% com militância e mobilização de rua) e R$ 23 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
2.515 votos em 2024 · 11 eleições
A votação de Paulo Telles da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 377 mil em receitas · R$ 301 mil em gastos
Paulo Telles declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Ibirité (MG) em 2008, 2012 e 2024, deputado federal por Minas Gerais em 2014, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 377 mil em receitas: R$ 251 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 66 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 301 mil, principalmente com pessoal (R$ 104 mil) e serviços de terceiros (R$ 75 mil). Em 2018, 50% dos R$ 207 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 23 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 377 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 301 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 207 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil17,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil10,8%
Publicidade por carros de somR$ 1 mil10,6%
Outras 3 categoriasinclui R$ 324 lançados como "diversas a especificar"R$ 4955,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE17.193GMG · 56 anos · Superior completo · Médico · PPS · nº 23456 · ver resultado completo
Coligação: PL / PPS / PSL
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.