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Foto de Leide Cássia Fernandes Medeiros

Leide Fernandes

Leide Cássia Fernandes Medeiros (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2024 · PT
42 anos em 2024 · Feminino · Superior incompleto
Técnico de Enfermagem e Assemelhados (exceto Enfermeiro)
redes informadas ao TSE

Leide Fernandes (Leide Cássia Fernandes Medeiros) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vice-prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereadora em Ibirité/MG, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

302 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Leide Cássia Fernandes Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Leide Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Ibirité (MG) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).

Receitas em 2020R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereadora, Ibirité (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
5 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 17% · partido e outras campanhas 17% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil21,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9206,2%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil28,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.