Paulo Matos

Foto de Paulo Henrique Campos Matos
Paulo Matos
Paulo Henrique Campos Matos (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2014 · PPS
46 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Matos (Paulo Henrique Campos Matos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para 2º suplente, prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: 2º suplente em 2014. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MA: 3.614 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Icatu/MA, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.460 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Paulo Henrique Campos Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 18 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Paulo Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, e prefeito em Icatu (MA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2006, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados
Gastos em 2006R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Icatu (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 69% · empresas 15% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil51,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil48,1%
2006Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 65021,6%
  • Serviços de terceirosR$ 1826,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 180,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil71,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892