- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil30,1%
- Materiais impressosR$ 181 mil21,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 95 mil11,4%
- Serviços advocatíciosR$ 93 mil11,1%
- Outras 10 categoriasR$ 212 mil25,5%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para governador do Maranhão, Roberto Rocha (PRTB) teve 48.924 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Roberto Rocha (Roberto Coelho Rocha) disputou 11 eleições entre 1990 e 2026, para governador, senador, vice-prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2014; deputado federal em 2006, 1998 e 1994; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2014, para senador por MA: 1.476.840 votos. No Senado Federal, teve R$ 152,7 milhões empenhados em 23 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 68 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governador por MA, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 524 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 365 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 200 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 831 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 181 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 95 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 750 mil em 2022 e R$ 3,2 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberto Coelho Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Maranhão em 2006, senador por Maranhão em 2010, 2014 e 2022, e governador por Maranhão em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 524 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 365 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 200 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 831 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 181 mil); R$ 778 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 750 mil em gastos contratados; em 2018, 57% dos R$ 3,2 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Roberto Rocha teve R$ 152,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 23 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 68 municípios. Já foram pagos R$ 138,5 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram São Luís, Anajatuba e Bacabal. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 109,7 milhões em 12 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 43,1 milhões em 11 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 59 milhões | R$ 59 milhões | 100% | 4 | 7 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 3 | 5 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 9,5 milhões | 58% | 2 | 7 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 15,9 milhões | 100% | 3 | 10 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 109,6 milhões | R$ 102,8 milhões | 94% | 12 | 26 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.