- PessoalR$ 216 mil34,6%
- Materiais impressosR$ 157 mil25,1%
- Serviços advocatíciosR$ 95 mil15,2%
- Serviços contábeisR$ 17 mil2,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 88 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 139 mil22,4%
Prof. Hamilton Assis (Hamilton Moreira de Assis) disputou 9 eleições entre 2006 e 2024, para vereador, deputado federal, senador, prefeito, vice-presidente e 2º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Salvador em 2024. A maior votação foi em 2014, para senador por BA: 54.105 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por BA pelo PSOL. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 832 mil em receitas: R$ 830 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com pessoal (R$ 216 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil) e serviços advocatícios (R$ 95 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 145 mil em 2024 e R$ 147 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hamilton Moreira de Assis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Prof. Hamilton Assis declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: vice-presidente em 2010, prefeito em Salvador (BA) em 2012, senador por Bahia em 2014, vereador em Salvador (BA) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Bahia em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 832 mil em receitas: R$ 830 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com pessoal (R$ 216 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil); R$ 397 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 145 mil em gastos; em 2022, R$ 147 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.