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Plínio

Foto de Plínio Soares de Arruda Sampaio
Plínio
Plínio Soares de Arruda Sampaio (nome civil)
5 eleições entre 1962 e 2010 · último partido PSOL
80 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Plínio (Plínio Soares de Arruda Sampaio) disputou 5 eleições entre 1962 e 2010, para presidente, governador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1986 e 1962. A maior votação foi em 2010, para presidente: 886.816 votos. Na campanha de 2010 para presidente, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (49 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 52 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), pessoal (R$ 5 mil) e encargos sociais (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 69 mil.

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Evolução da votação nas eleições

886.816 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Plínio Soares de Arruda Sampaio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorPresidente

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 99 mil em receitas · R$ 99 mil em gastos contratados

Plínio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por São Paulo em 2006, e presidente em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (49 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 52 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 99 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Em 2006, R$ 69 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 99 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 99 milcontratados
Gastos em 2006R$ 69 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
Arrecadado
R$ 99 mil
49 doadores pessoas físicas
pessoas 27% · empresas 20% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil31,7%
  • PessoalR$ 5 mil5,3%
  • Encargos sociaisR$ 2 mil2,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil1,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil59,7%
2006Governador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 69 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 33% · empresas 15% · próprios 15% · outras 30%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil30,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 6 mil9,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil6,5%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 4 mil5,8%
  • Outras 12 categoriasR$ 33 mil47,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1962 e 1986

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.