- Materiais impressosR$ 12 mil34,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil30,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil15,2%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 63 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil19,4%
Rene Ribeiro (Renê Nedi de Souza Ribeiro) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de São Borja em 2024, 2000 e 1996; vice-prefeito de São Borja em 2004. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RS: 14.101 votos. Na campanha de 2024 para vereador em São Borja/RS, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 65 mil em 2022 e R$ 49 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rene Nedi de Souza Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rene Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em São Borja (RS) em 2008 e 2012, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022, e vereador em São Borja (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 11 mil). Em 2022, R$ 65 mil em gastos; em 2012, 43% dos R$ 49 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.