Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mariovane Weis (Mariovane Gottfried Weis) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de São Borja em 2008 e 2004; vereador de São Borja em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em São Borja/RS: 18.190 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em São Borja/RS, declarou R$ 333 mil em receitas: R$ 62 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 84 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 333 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 71 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 53 mil).
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Evolução da votação nas eleições
17.695 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições
A votação de Mariovane Gottfried Weis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 333 mil em receitas · R$ 333 mil em gastos contratados
Mariovane Weis declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Borja (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 333 mil em receitas: R$ 62 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 84 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 333 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 71 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil).
partido e outras campanhas 19% · pessoas 52% · empresas 25% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 333 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 71 mil21,4%
Materiais impressosR$ 57 mil17,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 53 mil16,0%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 37 mil11,2%
Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 115 mil34,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO1.248LSão Borja, Rio Grande do Sul · 34 anos · Superior completo · Economista · PDT · nº 12580 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PC do B
Vereador · 1996ELEITO775LSão Borja, Rio Grande do Sul · 30 anos · Superior completo · Economista · PDT · nº 12651 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.