Marlise da Cruz

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Marlise da Cruz
4 eleições entre 2008 e 2022 · último partido PSD
70 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
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redes informadas ao TSE
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Marlise da Cruz disputou 4 eleições entre 2008 e 2022, para deputada federal, vice-prefeita, deputada estadual e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Cascavel/PR: 8.969 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por PR, declarou R$ 346 mil em receitas: R$ 343 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 170 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 151 mil), serviços de terceiros (R$ 42 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2010 e R$ 34 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.118 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Marlise da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 346 mil em receitas · R$ 300 mil em gastos

Marlise da Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Cascavel (PR) em 2008, deputada estadual por Paraná em 2010, e deputada federal por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 346 mil em receitas: R$ 343 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 170 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 151 mil) e serviços de terceiros (R$ 42 mil). Em 2010, R$ 32 mil em gastos contratados; em 2008, 100% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2022R$ 346 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 300 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputada federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 346 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 300 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 151 mil50,2%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil13,9%
  • Materiais impressosR$ 20 mil6,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil4,3%
  • PessoalR$ 8 mil2,7%
  • Outras 10 categoriasR$ 66 mil22,1%
2010Deputada estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 48% · empresas 52%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil27,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil72,5%
2008Prefeita, Cascavel (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 85% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 34 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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