Jorge Lange

Foto de Jorge Luiz Lange
Jorge Lange
Jorge Luiz Lange (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PSD
56 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Lange (Jorge Luiz Lange) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Cascavel em 2016. Na campanha de 2012 para prefeito em Cascavel/PR, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Partidário, R$ 39 mil de outros recursos do partido, R$ 80 mil de doações privadas (86 doadores), R$ 559 mil de empresas e R$ 104 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 345 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 341 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 114 mil).

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Evolução da votação nas eleições

24.246 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Jorge Luiz Lange em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 2 milhões em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos contratados

Jorge Lange declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cascavel (PR) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Partidário, R$ 39 mil de outros recursos do partido, R$ 80 mil de doações privadas (86 doadores), R$ 559 mil de empresas e R$ 104 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 345 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 341 mil).

Receitas em 2012R$ 2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 1,6 milhãocontratados
Campanhas12012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Cascavel (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
86 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 66% · partido 2% · pessoas 4% · empresas 28% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 345 mil22,1%
  • Materiais impressosR$ 341 mil21,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 114 mil7,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 58 mil3,7%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 59 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 463 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 703 mil45,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892